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A patente do Ozempic chegou ao fim, mas isso não significa que qualquer empresa possa utilizar seu nome. Entenda a diferença entre proteção patentária e registro de marca e por que a identidade de um produto continua sendo um ativo estratégico para os negócios.
A história do Jota Quest e sua inspiração no desenho Jonny Quest mostram que pequenas diferenças na grafia nem sempre afastam riscos jurídicos. Entenda como a escolha de um nome pode gerar conflitos de marca e por que pesquisar a disponibilidade no INPI antes de investir em identidade visual e divulgação é essencial para proteger seu negócio.
O que sua empresa pode fazer com a imagem de um profissional que contratou para uma campanha? O caso Oscar Magrini mostra que a autorização de uso pode ter limites. Entenda os cuidados que empresas precisam tomar com contratos, direitos de imagem e reutilização de materiais publicitários.
A Adidas processa uma marca australiana por usar quatro listras. O caso mostra até onde pode chegar a proteção de uma identidade visual e por que elementos gráficos também podem ser ativos valiosos para uma empresa.
Caso envolvendo personagem criado com aparência e voz semelhantes às de um youtuber reacende discussão: empresas podem usar imagem, voz e identidade de pessoas sem autorização? Entenda.
O registro de uma marca no INPI oferece proteção jurídica e deve ser analisado de forma estratégica. O caso “Tardezinha x Tardizinha Gospel” demonstra como a extensão dessa proteção depende das características da marca, dos produtos e serviços envolvidos e do contexto de utilização. Para o empresário, a escolha do nome e a pesquisa de anterioridade são etapas importantes para construir uma marca com potencial de proteção, diferenciação e valorização.